Cursos profissionalizantes pela internet

Resultados da busca:

Curso Aromaterapia

1- AROMATERAPIA: CONCEITO
2- OS ÓLEOS ESSENCIAIS
3- A UTILIZAÇÃO DA AROMATERAPIA
4- HISTÓRICO DA AROMATERAPIA
5- AO AROMATERAPÊUTAS
6- O OBJETIVO DA BIOENERGÉTICA
7- OS OLHOS COMO ESPELHO DA ALMA
8- A POSTURA DA CABEÇA E PESCOÇO
9- OS PERFUMES
10- RECEITAS AROMATERAPÊUTICAS
11- PERSONALIDADES DA AROMATERAPIA
12- ÓLEOS

Curso Básico de Recepcionista

1. INTRODUÇÃO
2. COMO INICIAR NA PROFISSÃO DE RECEPCIONISTA?
3. CONHECIMENTOS NECESSÁRIOS E REQUISITOS MÍNIMOS PARA UM (A) RECEPCIONISTA.
4. COMO DEVE SER O LOCAL DE TRABALHO DA RECEPCIONISTA?
5. QUALIDADES PESSOAIS DE UM (A) RECEPCIONISTA E PROCEDIMETOS NA RECEPÇÃO
6. COMO LIDAR COM A PRESSÃO
7. ÉTICA NA PROFISSÃO
8. AS PARTICULARIDADES DE CADA PROFISSÃO
9. PROCEDIMENTO PARA RECEPÇÃO E ENCAMINHAMENTO DE VISITANTES
10. PROCEDIMENTO PARA CONTROLE DAS LIGAÇÕES TELEFÔNICAS
11. COMUNICAÇÃO E EXPRESSÕES VERBAIS
12. ESTÍMULOS AOS SENTIDOS
13. A COMUNICAÇÃO E A FUNÇÃO DA RECEPCIONISTA
14. PROCEDIMENTO PARA RECEPÇÃO E ENCAMINHAMENTO DE VISITANTES
15. O ARQUIVO
16. QUAL É O FUTURO DA PROFISSÃO DE RECEPCIONISTA?
17. ALGUNS LOCAIS DE TRABALHO
18. ALGUNS LOCAIS DE TRABALHO II
19- ESPECIALIZAÇÕES ONDE PODERÁ ATUAR
20. TAREFAS DO COTIDIANO

Curso A Arte como Forma de Comunicação

1. INTRODUÇÃO À ARTE
2. DEFINIÇÃO DE COMUNICAÇÃO
3. PROCESSOS DE COMUNICAÇÃO
4. PROCESSO DE CRIAÇÃO ARTÍSTICA I
5. PROCESSO DE CRIAÇÃO ARTÍSTICA II
6. PROCESSO DE CRIAÇÃO ARTÍSTICA NA REDE DE INTERNET
7. CONSIDERAÇÕES SOBRE A REDE DE INTERNET
8. ARTE DE INTERNET OU NET.ART
9. PROCESSO DE CRIAÇÃO ARTÍSTICA NA REDE DE INTERNET
10. ARTE E O CONHECIMENTO DA HISTÓRIA
11. CONCEITO DE ARTE
12. A COMUNICAÇÃO COM O OUTRO
13. ARTE ABSTRATA
14. COMUNICAÇÃO NA ARTE ABSTRATA
15. ABSTRAÇÃO
16. ABSTRAÇÃO NO HOMEM
17. ABSTRAÇÃO EM ARTE
18. DECODIFICAÇÃO DA ARTE ABSTRATA
19. O QUE ARTE ABSTRATA TRANSMITE

20. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Curso A Construção do Conhecimento em Crianças da Educação Infantil

1. INTRODUÇÃO
2. UMA BREVE HISTÓRIA
3. UMA BREVE HISTÓRIA II
4. UMA BREVE HISTÓRIA III
5. UMA BREVE HISTÓRIA IV
6. UMA BREVE HISTÓRIA V
7. EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL
8. EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL II
9. EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL III
10. EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL IV
11. EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL V
12. A EDUCAÇÃO INFANTIL E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO – ALGUMAS QUESTÕES
13. A EDUCAÇÃO INFANTIL E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO NA CONTEMPORANEIDADE
14. A EDUCAÇÃO INFANTIL E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO – ALGUMAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
15. A EDUCAÇÃO INFANTIL E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO – ALGUMAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS II
16. A EDUCAÇÃO INFANTIL E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO – ALGUMAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS III
17. A EDUCAÇÃO INFANTIL E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO – ALGUMAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS IV
18. A EDUCAÇÃO INFANTIL E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO – ALGUMAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS V
19. A EDUCAÇÃO INFANTIL E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO – ALGUMAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS VI
20. A EDUCAÇÃO INFANTIL E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO – O PAPEL DO EDUCADOR

Curso A Enfermagem e o Processo de Cuidar

1. INTRODUÇÃO
2. TERMOS INADEQUADOS PARA NOMEAR AS ÚLCERAS DE PRESSÃO
3. ENFERMAGEM BRASILEIRA
4. DESAFIOS DA ENFERMAGEM
5. INSTRUMENTOS DE TRABALHO DA ENFERMAGEM
6. PENSAMENTO CONSTRUTIVISTA
7. HERMENÊUTICA
8. CUIDAR É INERENTE AO SER HUMANO
9. ARTE E CIÊNCIA NA ENFERMAGEM
10. RELAÇÃO ÍNTIMA COM ENFERMAGEM
11. FUNÇÃO DE PREVENÇÃO
12. EXPRESSÃO ENFERMGEM
13. FATORES AGRESSIVOS EXISTENTES EM UTI
14. DINÂMICA DO TRABALHO DE ENFERMAGEM
15. PLANTA FÍSICA
16. MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE PACIENTES
17. PROFISSÃO EXPOSTA À MATERIAL BIOLÓGICO
18. INSTRUMENTO DE TRABALHO
19. OS PROFISIONAIS DE ENFERMAGEM SÃO SERES HUMANOS
20. CUIDADORES DA ENFERMAGEM

Curso A Escola com que Sempre Sonhei

AS LIÇÕES DE UMA ESCOLA
UMA PONTE PARA MUITO LONGE
O PÁSSARO NO OMBRO
QUERO UMA ESCOLA RETRÓGRADA
A ESCOLA DA PONTE
O ESSENCIAL NÃO
CABE NAS PALAVRAS
ESCOLA DOS SONHOS EXISTE
TRABALHO COOPERATIVO

Curso A Importância da Recreação e o Desenvolvimento Individual

1. RECREAÇÃO
2. OS JOGOS
3. A INTERRELAÇÃO APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
4. MOTROCIDADE, EMOÇÃO E PENSAMENTO
5. O FATOR CULTURAL
6. EDUCAÇÃO FÍSICA E DIVERSIDADE
7. SEM VENCEDORES
8. BRINCAR – UMA VIVÊNCIA CULTURAL
9. OS JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS TRADICIONAIS
10. COMO ESTIMULAR A CRIANÇA PARA OS JOGOS E BRINCADEIRAS
11. BRINCAR – UM MEIO DE ASSIMILAÇÃO
12. BRINCAR – UM MEIO DE ASSIMILAÇÃO II
13. ALGUNS JOGO E BRINCADEIRAS
14. BRINCAR PARA EDUCAR
15. METODOLOGIA DA RECREAÇÃO E CIDADANIA
16. RECREAÇÃO – EDUCAÇÃO INTEGRAL DO ALUNO
17. RECREAÇÃO – PRÁTICA PRAZEROSA
18. VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS
19. INFÂNCIA – APRENDIZADO E ASSIMILAÇÃO
20. RECREAÇÃO, JOGO, LAZER E BRINCADEIRAS - DIFERENÇAS

Curso A Importância do Reforço Escolar

1. INTRODUÇÃO
2. PARA QUE REFORÇO ESCOLAR
3. AGENTES ENVOLVIDOS NO REFORÇO ESCOLAR
4. QUANDO O REFORÇO ESCOLAR SE TORNA EFICAZ
5. QUANDO O REFORÇO ESCOLAR ALCANÇA O ÊXITO
6. AVALIAÇAO: INSTRUMENTO DO REFORÇO ESCOLAR
7. TÉCNICAS APLICADAS AO REFORÇO ESCOLAR
8. O SUCESSO ESCOLAR PELA VIA DO REFORÇO ESCOLAR
9. O PROFESSOR HABILITADO PARA O REFORÇO ESCOLAR
10. OS FATORES DO INSUCESSO ESCOLAR: ASPECTOS GERAIS
11 – MAS O QUE É INSUCESSO ESCOLAR?
12. SINTOMAS DO INSUCESSO ESCOLAR
13. O ALUNO DO INSUCESSO ESCOLAR
14. O AMBIENTE DO INSUCESSO ESCOLAR
15 – COMPORTAMENTOS TÍPICOS DE ALUNOS COM INSUCESSO ESCOLAR
16. INDICADORES DE INSUCESSO ESCOLAR
17. INDICADORES DE INSUCESSO ESCOLAR II
18. INDICADORES DE INSUCESSO ESCOLAR III
19. INDICADORES DO INSUCESSO ESCOLAR - INTERNOS
20. INDICADORES DO INSUCESSO ESCOLAR - EXTERNOS

Curso A Inteligência Humana - a peculiaridade nas crianças

1. INTRODUÇÃO
2. BERÇO DA CULTURA HUMANA
3. LINGUAGEM E INTELIGÊNCIA HUMANA
4. SEGUNDO VYGOTSKY
5. SEGUNDO PIAGET
6. PRINCIPAL ATIVIDADE CEREBRAL – SERÁ A INTELIGÊNCIA ?
7. LINGUAGEM E INTELIGÊNCIA
8. OS LIMITES DA LINGUAGEM
9. RACIOCÍNIO INDUTIVO E O NASCIMENTO DA INTELIGÊNCIA
10. RACIOCÍNIO INDUTIVO E O NASCIMENTO DA INTELIGÊNCIA II
11. O APRENDIZADO E O INCONSCIENTE
12. PIAGET E OS ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO HUMANO
13. PIAGET E OS ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO HUMANO II
14. PIAGET E OS ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO HUMANO III
15. PIAGET E OS ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO HUMANO
16. PIAGET E OS ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO HUMANO
17. INTELIGÊNCIA E O DESENVOLVIMENTO DA MOTROCIDADE
18. INTELIGÊNCIA E O DESENVOLVIMENTO LINGUÍSTICO
19. INTELIGÊNCIA E O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM
20. INTELIGÊNCIA E O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM II

Curso A Matemática Moderna e a História da Matemática

1. INTRODUÇÃO
2. OS PRIMEIROS MOVIMENTOS PARA UMA MATEMÁTICA MODERNA
3. OS PRIMEIROS MOVIMENTOS PARA UMA MATEMÁTICA MODERNA II
4. OS PRIMEIROS MOVIMENTOS PARA UMA MATEMÁTICA MODERNA III
5. AS PRIMEIRAS MUDANÇAS OCORRIDAS NO BRASIL
6. O GRUPO BOURBAKI
7. O MOMENTO HISTÓRICO E O MMM
8. O MOMENTO HISTÓRICO E O MMM II
9. O MOMENTO HISTÓRICO E O MMM III
10. RIGOR CIENTÍFICO PARA UMA NOVA MATEMÁTICA
11. O MOVIMENTO DA MATEMÁTICA MODERNA NO BRASIL: 1960 - 1970
12. O MOVIMENTO DA MATEMÁTICA MODERNA NO BRASIL: 1960 – 1970 II
13. O MOVIMENTO DA MATEMÁTICA MODERNA NO BRASIL.: 1960 – 1970 III
14. O MOVIMENTO DA MATEMÁTICA MODERNA NO BRASIL.: 1960 – 1970 IV
15. O MOVIMENTO DA MATEMÁTICA MODERNA NO BRASIL: 1960 – 1970 V
16. ALGUMAS QUESTÕES SOBRE O MMM
17. ALGUMAS QUESTÕES SOBRE O MMM II
18. EDUCAÇÃO MATEMÁTICA CRÍTICA: DA MATEMÁTICA PARA A SOCIEDADE
19. EDUCAÇÃO MATEMÁTICA CRÍTICA: DA MATEMÁTICA PARA A SOCIEDADE II
20. EDUCAÇÃO MATEMÁTICA CRÍTICA E O LIVRO DIDÁTICO

Curso Abordagem da História Local nas Séries Iniciais

1. INTRODUÇÃO
2. O ENSINO DA HISTÓRIA LOCAL: UM ESPAÇO PARA REFLEXÃO
3. O ENSINO DA HISTÓRIA LOCAL: UM ESPAÇO PARA REFLEXÃO II
4. O ENSINO DA HISTÓRIA LOCAL: UM ESPAÇO PARA REFLEXÃO III
5. COMO E O QUE TRABALHAR: ALGUMAS SUGESTÕES
6. COMO E O QUE TRABALHAR: ALGUMAS SUGESTÕES II
7. COMO E O QUE TRABALHAR: ALGUMAS SUGESTÕES III
8. COMO E O QUE TRABALHAR: ALGUMAS SUGESTÕES IV
9. FONTES ORAIS E A HISTÓRIA LOCAL
10. FONTES ORAIS E A HISTÓRIA LOCAL II
11. . FONTES ORAIS E A HISTÓRIA LOCAL III
12. HISTORIOGRAFIA ESCOLAR NO BRASIL: CAMINHOS DIFERENTES
13. A VALORIZAÇÃO DA FONTE ORAL
14. A VALORIZAÇÃO DA FONTE ORAL II
15. OS LUGARES DE MEMÓRIA
16. ESTUDO DA HISTÓRIA LOCAL: CONSTRUINDO A IDENTIDADE DO ALUNO
17. A FORMAÇÃO DO PROFESSOR COMO DIFICULDADE MAIOR NO ENSINO DA HISTÓRIA NAS SÉRIES INICIAIS
18. O ENSINO DA HISTÓRIA: O SUJEITO EM FOCO
19. O ENSINO DA HISTÓRIA: O SUJEITO EM FOCO II
20. CONCLUSÃO

Curso Active Server Pages (ASP)

1. INTRODUÇÃO
2. O PROGRAMA COMMON GATEWAY INTERFACE - CGI
3. APLICAÇÕES ASP – ACTIVE SERVER PAGES
4. UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA ASP 3.0
5. SOBRE A INSTALAÇÃO DO WINDOWS 2000
6. SOBRE A INSTALAÇÃO DO WINDOWS 2000 II
7. ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇOS
8. ASSISTENTE DE SEGURANÇA
9. ADMINISTRAÇÃO ATRAVÉS DO BROWSER
10. DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES DA INTERNET
11. CONSIDERAÇÕES SOBRE O ARRAY
12. CONSIDERAÇÕES SOBRE O CÁLCULO DE UMA EXPRESSÃO
13. REFERENCIANDO ARQUIVOS EM UMA PÁGINA ASP
14. REPETIÇÃO DE UM BLOCO DE INSTRUÇÕES
15. O OBJETO ERR
16. OBJETOS INTERNOS
17. LOCK E UNLOCK
18. SUBROTINA
19. CONSIDERAÇÕES SOBRE O OBJETO INETRNO CHAMADO SESSION
20. COMPONENTES DE SOFTWARE REUTILIZÁVEIS

Curso Administração de Empresas

O que é administração
Comunicação empresarial
Administração financeira
Administração e RH
Administração de empresas
Administração Pública
Mandamentos da boa administração

Curso Administre Melhor seu Tempo

1-INTTRODUÇÃO
2-MELHORANDO SEU TEMPO
3- O TEMPO E AS TAREFAS
4- SUPERANDO O ADIAMENTO
5- OITO MANEIRAS DE SUPERAR O ADIAMENTO
6- PORQUE ADMINISTRAR O TEMPO
7- MITOS SOBRE ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO
8- CONTRADIÇÕES AOS MITOS
9- TEMPO É VIDA
10- TEMPO É DINHEIRO
11- O TEMPO E A MENTE
12- A QUALIDADE DO RESULTADO
13- ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO E PRODUTIVIDADE
14- O TEMPO E A EFICIÊNCIA
15- ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO E REDUÇÃO DO STRESS
16- EMPECILHOS À ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO
17- EXCESSO DE TAREFAS E DE PAPÉIS
18- EXCESSO DE INTERRUPÇÕES
19- EXCESSO DE REUNIÕES
20- LISTA MESTRA

Curso Agricultura Familiar

Desenvolvimento com equidade e agricultura familiar
Perfil da agricultura familiar no Brasil
Tipologia dos agricultores
Caracterização dos tipos de agricultores familiares
Caracterização complementar dos agricultores familiares
A agricultura familiar no Brasil
Sistemas de produção da agricultura familiar
Experiência recente das políticas agrárias no Brasil

Curso Agricultura Familiar

Introdução
Genealogias da agricultura familiar
A agricultura familiar nos Estados Unidos e no Brasil
A institucionalização da agricultura familiar no Brasil
Como analisar empiricamente os estabelecimentos rurais sob gestão
familiar no tocante à diversidade social
Conclusões
Referências

Curso Agricultura Sustentável

Introdução
Marco conceitual
Diagnóstico
Estratégias
Diretrizes e ações visando a sustentabilidade
Referências Bibliográficas

Curso Agroecologia

1. INTRODUÇÃO
2. TECNOLOGIAS CONVENCIONAIS
3. CRISE ECOLÓGICA
4. CONCEITO “OFICIAL” DE SUSTENTABILIDADE
5. AGRICULTURA
6. CONCEPÇÃO AGROECOLÓGICA
7. TERMO DESENVOLVIMENTO RURAL
8. POTENCIAL ENDÓGENO
9. CONCEPÇÃO DE VERDADE CIENTÍFICA UNIVERSAL
10. PENSAMENTO AGROECOLÓGICO
11. ECOLOGIZAÇÃO
12. AGROECOLOGIA COMO CIÊNCIA
13. TERMINOLOGIA DA AGROECOLOGIA
14. APLICAÇÃO DE PRÁTICAS, TÉCNICAS E/OU PROCEDIMENTOS
15. AGRICULTURA ECOLÓGICA E AGRICULTURA ORGÂNICA
16. SUBSTITUIÇÃO DE AGROQUÍMICOS POR ADUBOS ORGÂNICOS
17. PRÁTICA DA AGRICULTURA
18. AGROECOLOGIA
19. CONCEITO DE TRANSIÇÃO AGROECOLÓGICA
20. PROCESSO DE TRANSIÇÃO AGROECOLOGICA